Queimadas: conheça 4 tipos de incêndios e seus efeitos

Cada tipo de incêndio apresenta maior ou menor grau de dificuldade para ser contido

Queimadas: conheça 4 tipos de incêndios e seus efeitos

Do início junho até o final de agosto acontece o maior período de seca do ano. Sendo assim, o momento exige que o produtor rural tenha cuidado com as queimadas no campo e, mais do que tudo, esteja preparado para agir diante do perigo. Para começar, é necessário entender que existem tipos diferentes de incêndios, que acabam demandando métodos específicos de combate.

No total, existem 4 tipos de queimada:

  • Tipo A: acontece em materiais sólidos inflamáveis, como madeira, borracha, espuma e tecido. Esta classe queima em superfície e profundidade e deixa resíduos.
  • Tipo B: ocorre em líquidos inflamáveis como álcool, gasolina e solventes, consumindo superfícies, mas sem deixar resíduos.
  • Tipo C: provém de materiais energizados ligados diretamente à energia elétrica.
  • Tipo D: é o incêndio gerado de materiais pirofóricos como alumínio, antimônio, magnésio, entre outros. É o mais difícil de combater.

Para combater as chamas, entretanto, é preciso possuir equipamentos de proteção, como camisa manga longa, calça comprida e botas longas, bem como óculos de proteção, boné ou capacete, luvas de couro e máscara.

Para dicas completas sobre como evitar queimadas no campo, clique neste link!

Notícias Relacionadas:

Seguro rural: governo paulista não libera sua participação e preocupa produtores

Seguro rural: governo paulista não libera sua participação e preocupa produtores

Falta de repasse de recursos do governo de São Paulo e início do inverno ameaçam fruticultura em Indaiatuba

Técnica Rural: 3 coisas que você precisa aprender sobre organização comunitária

Técnica Rural: 3 coisas que você precisa aprender sobre organização comunitária

Assista a uma vídeo-aula exclusiva ministrada pelo SENAR-SP

Conheça 3 formas de manter pastagens disponíveis no inverno

Conheça 3 formas de manter pastagens no inverno

Instrutor do SENAR-SP mostra como é possível alimentar a boiada na estação mais fria do ano