Prorrogação de dívida do crédito agrícola é decisão extrema

Chefe do Departamento Econômico da Faesp responde perguntas de produtores sobre crédito rural

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O Governos Federal e governos estaduais vêm tomando uma série de medidas na tentativa de reduzir os impactos da queda de consumo por causa da quarentena e medidas de prevenção ao novo coronavírus, mas o resultado está longe de chegar ao ponto de destino: o produtor rural.
Em primeiro lugar, os produtores reclamam da dificuldade em fazer a renegociação com os bancos. “O gerente faz até um terrorismo com a gente, diz que não vai poder tomar crédito, que vai ficar com o nome sujo.” – conta um produtor que prefere não ter o nome revelado. Para Claudio Brisolara, chefe do Departamento Econômico da Faesp esse problema é generalizado. “Os bancos também estão preocupados em se proteger, não querem correr risco. E o produtor deve recorrer à prorrogação da dívida agrícola só em último caso. Daqui 60 dias o crédito do novo Plano Agrícola e Pecuário (Plano Safra) vai estar disponível e com taxas de juros bem melhores que as atuais.” – esclarece Claudio.
Veja a entrevista completa com Claudio Brisolara.

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