Produção de búfalos, como a atividade se comporta em meio a pandemia?

Produtores do Vale do Ribeira já sentem queda no preço e na captação do leite de búfalas.

leite-bufala-SAA-2020

O médico veterinário Nélcio Tonizza de Carvalho,  trabalha com pesquisa na área de reprodução de búfalos há 20 ano na Estação Experimental do Instituto de Zootecnia do município de Registro, no Vale do Paraíba. O Vale do Ribeira tem cerca de 400 produtores que trabalham com leite de búfalas, a região abriga um rebanho de aproximadamente 44 mil cabeças. Ao contrário da vaca bovina, a vaca bubalina tem o pico de produção agora no período de outono e inverno, com o período de luz mais curto, é a safra do leite de búfala bem no meio do período de quarentena e de prevenção ao novo coronavírus. Como a produção é voltada para os queijos, e o consumo caiu muito,  dois dos cinco laticínios da região já pararam a captação de leite – “Antes da pandemia o preço pago ao produtor estava em R$2,60 e agora está na casa dos dois reais e caindo.” – conta o pesquisador.

A situação atual do mercado de leite de búfalas na região do Vale do Ribeira, as pesquisas com melhoramento genético e os ganhos em produtividade que o melhoramento trouxe você confere na entrevista completa como pesquisador Nélcio Tonizza de Carvalho.

Notícias Relacionadas:

Carrapato do bovino: saiba o que é preciso para um controle efetivo do parasita no rebanho leiteiro

Carrapato do bovino: saiba o que é preciso para um controle efetivo do parasita no rebanho leiteiro

Secretaria de Agricultura orienta pecuaristas e desenvolve estudos para controle do carrapato com o uso de produto natural e controle biológico

Cafés especiais proporcionam inúmeras experiências sensoriais aos consumidores

Cafés especiais proporcionam inúmeras experiências sensoriais aos consumidores

De olho no mercado de café, cafeicultores brasileiros vêm investindo na produção de cafés especiais em busca de maior retorno financeiro

FAESP busca isenção de ICMS para leite

FAESP busca isenção de ICMS para leite

A saída do produto cru e pasteurizado, que era isenta, passará a ser tributada em 4,14%